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A CARTESIUS CAPITAL é uma gestora “quant”?

Não seria correto enquadrar a CARTESIUS CAPITAL na definição tradicional de gestora “quant”, pelo menos no sentido comumente em voga no mercado financeiro brasileiro.

Seria o mesmo que definir um hospital, empresa de transportes, empresa de tecnologia ou qualquer outro negócio como “quant” apenas por usar uma “ferramenta” como a inteligência artificial para gerar as informações usadas no processo de tomada de decisão.

Portanto, seria superficial.

O modelo de negócios da CARTESIUS CAPITAL foi inspirado em empresas estrangeiras que tem no seu centro e natureza a pesquisa aplicada de qualidade. Um caminho mais difícil e custoso, porém, mais profícuo.

No caso específico da CARTESIUS CAPITAL – posto que não podemos afirmar pelo funcionamento interno de outras gestoras -, o modelo de negócios está fundamentado no conhecimento específico treinável e transmissível entre indivíduos, que permitem a escalabilidade das operações para a constante identificação de oportunidades de investimentos.

Por ser baseado na ciência, e não em opiniões empíricas ou qualitativas – buscamos explicações racionais para a construção de nossos modelos e para os seus desempenhos, ainda que eventualmente possam ser inferiores ao esperado. É caracterizado, portanto, pela identificação, quantificação e gestão dos riscos envolvidos no processo.

De certa maneira, pode ser dito que possuímos características presentes na gestão “quant”, como o uso de dados, algoritmos e modelos quantitativos. Porém, no nosso caso, a interferência humana presente na análise situacional, necessária para contextualizar cenários, nos aproxima, em determinados aspectos, da gestão discricionária.

A CARTESIUS CAPITAL é, portanto, uma inovação evolutiva. Uma gestora que sabe conciliar a pesquisa aplicada de qualidade com as melhores características de cada tipo de gestão com o uso intensivo de inteligência artificial preditiva e análise situacional na gestão de fundos multimercados.